Maximilien
Robespierre, como a maioria dos líderes, se apaixonou pelo poder. Guilhotinou todos os principais amigos da falida Revolução que mudou o mundo ocidental. A “política do terror”, ainda em uso, era a principal arma do soberano que tempos depois experimentou do próprio veneno.
È claro que minha afirmação é senão leviana. A paixão de Robespierre era, na verdade, o bem comum. O fato é que um povo confuso e a balbúrdia social fizeram com que as lições de Rousseau fossem distorcidas tornando o ente “coletividade” superior ao ente “ser humano” o que de certa forma me lembra Maquiavel em outro tempo histórico.
Em discursos antológicos o chefão Jacobino afirmava, “reis, aristocratas e tiranos, independentemente da nação a que pertençam, são escravos que se revoltam contra o soberano da Terra, isto é, a humanidade, e contra o legislador do universo, a natureza” ou então, “o indivíduo é nada; a coletividade é tudo”.
O fato é que, e também é a intenção do texto, a reflexão acerca da sobreposição da coletividade ao indivíduo, parece-nos, num primeiro momento, ser a base de qualquer sistema democrático, mas posteriormente, no tocante a direitos fundamentais, vira ponto sem nó e significa a quebra toda conjuntura social.
São ainda hoje reflexos dos ideais Revolucionários, a política do terror, a justiça a qualquer preço, a censura ... ou seja, herdamos junto com a carta constitucional, a guilhotina de Robespierre.
Fatos motivadores: * 28 de julho de 1874, morte de Robespierre, na guilhotina em Paris
* Vaias ao Presidente no Pan Americano
* Acidente da TAM.
È claro que minha afirmação é senão leviana. A paixão de Robespierre era, na verdade, o bem comum. O fato é que um povo confuso e a balbúrdia social fizeram com que as lições de Rousseau fossem distorcidas tornando o ente “coletividade” superior ao ente “ser humano” o que de certa forma me lembra Maquiavel em outro tempo histórico.
Em discursos antológicos o chefão Jacobino afirmava, “reis, aristocratas e tiranos, independentemente da nação a que pertençam, são escravos que se revoltam contra o soberano da Terra, isto é, a humanidade, e contra o legislador do universo, a natureza” ou então, “o indivíduo é nada; a coletividade é tudo”.
O fato é que, e também é a intenção do texto, a reflexão acerca da sobreposição da coletividade ao indivíduo, parece-nos, num primeiro momento, ser a base de qualquer sistema democrático, mas posteriormente, no tocante a direitos fundamentais, vira ponto sem nó e significa a quebra toda conjuntura social.
São ainda hoje reflexos dos ideais Revolucionários, a política do terror, a justiça a qualquer preço, a censura ... ou seja, herdamos junto com a carta constitucional, a guilhotina de Robespierre.
Fatos motivadores: * 28 de julho de 1874, morte de Robespierre, na guilhotina em Paris
* Vaias ao Presidente no Pan Americano
* Acidente da TAM.


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